Gripe Suína
>> quinta-feira, 7 de maio de 2009

Muitoooooooo Bom!
Por: Josiel Botelho, pastor e caricaturista.
Apreciação do sabor da VERDADE, da MÚSICA, MEDICINA e da VIDA!

Muitoooooooo Bom!
Por: Josiel Botelho, pastor e caricaturista.

Existem pessoas que conseguem extrair de minuciosos detalhes o inimaginável, um abstrato romântico, um século inteiro de poesias, um tocante amoroso de impacto pesadíssimo ao coração, uma vivência não vivida, um infinito...
Como explicar que “amar é um deserto e seus temores” sem nunca ter estado em uma situação destas... ou existir amor carnal para dizer a alguém: “Tu és divina e graciosa, estátua magestosa do amor, por Deus esculturada e formada com ardor da alma da mais linda flor...”?!?!?!
Coração
Viver intensamente aquilo que se crê... Sentir o instante desejado, encarnado, encravado na alma, mesmo sem acontecer (talvez, ainda)... PERSEGUIR... parafraseando a Palavra seria como: sabemos que a adversidade produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; o caráter aprovado, esperança; a esperança, atitude; a atitude, VIBRAÇÃO...
Esse status do coração, vêm através do alimento... espiritual... de fé, pura fé... recepção de doutrina... Os dias se tornam VIDA, vivida, poética...uma CANÇÃO...
A Palavra é recheada de pessoas das quais uma gota d’água se fez mar. Queria ser assim. Ter boa palavra para ser proferida. Ter o coração vibrando de boas novas. Tornar-me um cântico.
Moisés (Êx 15.1-21),
Ana (1 Sm 2.1-10)
Maria (Lc 1.46-55)
Zacarias (Lc 1.68-79)
Paulo (Rm 11.33-36)

A Face iluminada à luz da lua...
Reflete todo o brilho numa lágrima a rolar
Molhando os versos, antes, semeados com a dor
Que agora, como um sonho, fruto belo se tornou
E faz brotar tão pura e alegre música...
Do meu interior
A Ti SENHOR eu peço, uma nova habitação
Restaura minhas vestes e me dá do Teu perdão
Assim como ribeiros no deserto...
Enche meu coração
Com júbilo eu canto e prossigo a caminhar
Por toda minha vida, quero mais de Ti provar
Pois Tua fidelidade me inspira
E me faz
TE AMAR

Sem dúvida alguma quem iniciou e continuou o consumo regular de café foram os árabes, lentamente convertidos ao Islamismo e ao hábito saudável de tomar café. Este consumo se iniciou na Arábia a partir do ano 600 de nossa Era (Anno Domini, A.D.). Era comum o consumo de café nos atos religiosos e durante campanhas militares. Acredita-se que o Arcanjo Gabriel ofereceu café ao profeta Maomé (570 a 632), o qual estava muito doente e recobrou seu vigor após tomar a bebida, chamada quawa. Enquanto os Israelitas e Cristãos tomavam vinho em abundância, os Islâmicos bebiam café, pois bebidas alcoólicas eram proibidas (e o café ajudava-os a perder o desejo de consumir bebidas alcoólicas). MAOMÉ compreendeu o valor da nova descoberta e, após caracterizar a real ausência de efeito tóxicos do produto, ao invés de adotar medidas repressivas, aconselhou ao pastor e seus seguidores, a ferverem os grãos em água e preparar uma bebida quente com a substância. Aconselhou aos usuários, excitados e com insônia devido ao consumo de café, que dedicassem suas horas de vigília a preces e meditação, no que foi prontamente atendido.
Em torno do ano 900 os livros médicos árabes recomendavam o uso do café para quase todos os problemas, desde apatia até doenças como rubéola. O combate ao consumo do café começou no mundo ocidental, pois se tratava de uma bebida dos Sarracenos ou Pagãos, segundo os Cristãos. Os árabes, como os francos, os saxões e os normandos foram bárbaros que assimilaram os conhecimentos gregos juntamente com o desenvolvimento de sua nova religião. A capacidade de assimilação do povo árabe entretanto, era mais desenvolvida do que a dos demais povos e na virada do milênio quando o Cristianismo começou a estimular as Cruzadas contra os árabes, estes últimos representavam o povo mais civilizado do mundo medieval. O conhecimento da medicina grega foi transmitido para os árabes através dos cristãos sectários oriundos do Império Bizantino, os quais traduziam atores gregos para linguagens semíticas como o siríaco e o hebreu para o desenvolvimento de sua própria literatura médica clássica. Grandes escritores árabes surgiram como RHAZES, AVICENA e AVERROES. O conhecimento médico da época recebeu profunda influência da astrologia, o que determinou o surgimento de pseudociências como a alquimia. A alquimia procurava descobrir a relação do homem com o cosmos combinando ciência e astrologia de tal maneira que a astrologia analisava a relação do homem com os planetas e a alquimia, com a natureza terrestre. Acreditavam existir uma relação entre o microcosmo e o macrocosmo, de tal maneira que os sete planetas conhecidos (Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Saturno e Vênus) correspondiam aos sete dias da semana e aos sete metais conhecidos na época (ouro, prata, ferro, chumbo, estanho, cobre e níquel). Os alquimistas ficavam até altas horas da noite tomando café e fazendo experiências pois acreditavam que todos os metais eram gerados nas entranhas da Terra, sob a influência apropriada dos planetas e que podiam transmutar-se. O objetivo era descobrir a pedra filosofal para ser possível transformar os demais metais em ouro. Extrapolando para o homem a idéia da transmutação, os alquimistas acreditavam ser possível tornar o homem imortal e eternamente jovem, através da descoberta do elixir da longa vida. Mas na procura do elixir da longa vida, sempre tomando muito café, os alquimistas fizeram inúmeras descobertas importantes em química, iniciando a moderna química farmacêutica. A pesquisa incessante neste campo e o contato amplo dos alquimistas árabes com diferentes povos e costumes, permitiram a descoberta e introdução de um fabuloso número de novos produtos e medicamentos para uso em medicina. O próprio elixir da vida, embora não tenha sido descoberto, passou a ser chamado Al Kohol (mais tarde latinizado para álcool) e os médicos e pacientes árabes tomavam imensas bebedeiras deste elixir, para usufruírem uma vida bem longa, algo que nunca deu certo. Na atualidade o consumo de álcool é uma das maiores pragas da humanidade e mata mais que qualquer outra doença. Mas mesmo não comprovando que o álcool era realmente o elixir da longa vida, pelos menos descobriram que a bebedeira poderia ser uma fórmula de imensa, temporária e enganosa de felicidade (e de uma grande ressaca no dia seguinte ). O movimento alquimista culminou na obra de PARACELSO (1493-1541), médico suíço que se esforçou em vincular a medicina a alquimia, levando ao surgimento de uma nova ciência: a química medica ou iatroquimica. Durante sua existência, a alquimia esteve ligada de um lado a química e de outro a religião mística. O primeiro centro dominante do islamismo foi BAGDAH, aonde dois grandes lideres reinavam: AL MANSUR (712-775) e HARUN AL RACHID (764-809), o califa das Noites da Arábia. Estes governantes encorajavam e apoiavam a cultura em geral, o que levou a preservação da Antigüidade clássica. A atividade intelectual era imensamente ajudada pelo consumo regular e moderado de café entre os Islâmicos.
Ray Charles – "Modern sounds in country and western music" 1 e 2 - 1962
Ray Charles pode ser considerado o artista responsável por dar forma ao soul como o gênero viria a ser consagrado nos anos 60. Foi ele quem levou a sonoridade da igreja para a música, popularizando o esquema “call and response” (“chamado e resposta”) em suas canções. É dele também uma das faixas fundamentais do soul: “What'd I say”, de 1959, traz a receita original do estilo. Na série “Modern sounds in country and western music”, o cantor e pianista cego explora outras sonoridades, como o próprio título já entrega, mas ainda conserva a pegada que o imortalizou. Os álbums reúnem clássicos como “You don’t know me” e “I can’t stop loving you”.
The Jackson 5 - "Diana Ross presents The Jackson 5" - 1969
A banda que revelou o futuro rei do pop Michael Jackson foi o primeiro grupo na história a ter os seus primeiros quatro singles no topo das paradas americanas: "I want you back", "ABC", "The love you save" e "I'll be there". Jackson e seus irmãos mais velhos – Jackie, Tito, Jermaine e Marlon – se tornaram a grande sensação da gravadora Motown ao lançar seu álbum de estreia, apadrinhado pela estrela Diana Ross. Nele, o grupo interpreta canções de Stevie Wonder (“My cherie amour”), Smokey Robinson (“Who’s lovin’ you”), The Corporations (“Nobody”), entre outros. Traçando um caminho que foi além do soul, o grupo incorporou elementos de doo-wop e bubblegum ao seu repertório, com refrãos cantaroláveis e melodias fáceis.
Aretha Franklin - "I never loved a man the way I loved you" - 1967
A cantora, compositora e pianista não poderia ser chamada por uma alcunha diferente da de “lady soul”. Suas raízes gospel datam da época em que começou a cantar, ao lado das irmãs, na igreja de seu pai, o reverendo C.L. Franklin, na Detroit dos anos 50. Na verdade, suas primeiras gravações foram como cantora gospel aos 14 anos. Ela seguiu lançando singles pela Columbia, mas foi o álbum “I never loved a man the way I loved you”, já na Atlantic, que revelou toda a paixão e a intensidade que fazem de sua voz algo único. A interpretação de “Respect”, de Otis Redding, por si só já valeria o disco, mas ele tem outras pérolas como “A change is gonna come”, de Sam Cooke, nome importante na história do soul.
Isaac Hayes - "Hot buttered soul" - 1969
Com ajuda dos Bar-Kays como banda de apoio, Isaac Hayes ousou lançar, em 1969, um disco com apenas quatro faixas e muitos minutos de duração. Em sua obra-prima, o dono da voz do Chef da série "South Park" alterna monólogos sobre o amor ferido e instrumentações inspiradas. Aqui, ele expande o formato da soul music com arranjos orquestrais e metais poderosos, tudo temperado com guitarras cheias de malícia - o complemento perfeito para o seu vozeirão. Hayes, morto em 2008, influenciaria outros artistas: a base de "Ike’s Rap III", do disco “Black Moses” (outro clássico do cantor, lançado em 1971), aparece em músicas dos ingleses Tricky e Portishead, e até do grupo de rap paulistano Racionais MC's.
Bill Withers – "Still Bill" – 1972
O cantor e compositor Bill Withers pode não ter se tornado um nome tão conhecido quanto outros artistas relacionados à soul music, mas seu terceiro álbum de estúdio é considerado o resultado perfeito da combinação de elementos contemporâneos da década de 70. “Still Bill” junta o soul macio vindo da Filadélfia com o sabor blueseiro do sul – tudo enfumaçado pelo funk de Bobby Womack. Por trás de uma atmosfera morna e de fácil acesso, revelam-se camadas profundas de arranjos e letras densas. Um dos destaques do repertório é “Lean on me”. A canção divide espaço com a ciumenta “Who is he (and what is he to you)?” e ainda “Use me”, em que o autor admite alegremente ser usado pelo objeto de sua afeição.
Otis Redding - "Otis Blue: Otis Redding sings soul" - 1966
Um dos mais influentes cantores de soul dos anos 60 teve uma curta carreira cujo auge se deu no terceiro álbum. “Otis Redding sings soul” foi lançado um ano antes de sua morte, aos 26. Sua obra foi suficiente para que Redding ganhasse o respeito de bandas como os Rolling Stones, que gravaram duas canções suas: “That's how strong my love is" e "Pain in my heart”. Em retribuição, o cantor lançou neste álbum uma elogiada versão de “(I can’t get no) Satisfaction”. Entre outros covers clássicos estão “A change is gonna come” (Sam Cooke) e “My girl” (composição de Smokey Robinson que se tornou sucesso na voz do grupo Temptations).
Sly & the Family Stone – "Stand!" – 1969
Foi a partir de tendências díspares do final dos anos 60 que a banda californiana criou uma mistura única de soul, rock, funk e R&B que influenciaria as gerações seguintes. Além de ser um grupo multicultural, formado por homens e mulheres de diferentes raças, o Sly & the Family Stone foi um dos pioneiros a tocar em assuntos políticos em suas letras, fazendo com que isso se tornasse uma tradição não só entre os grupos de soul, mas também de funk e principalmente rap. Ao lado de James Brown, o grupo levou o funk para o mainstream. Essa efervescência se traduz no álbum “Stand!”, com suas melodias coloridas, guitarras psicodélicas e consciência social.
Donny Hathaway - "Everything is everything" – 1970
Se não tivesse morrido tão jovem, Donny Hathaway teria sido provavelmente um dos grandes nomes da música negra. A voz macia – presente em canções como “The ghetto” – contrasta com as circunstâncias trágicas de sua morte – um aparente suicídio, aos 33 anos. Mas seu legado musical é cheio de alma. Além de ter trabalhado nos bastidores como produtor, arranjador e músico de apoio para artistas como Aretha Franklin, Roberta Flack e Curtis Mayfield, seu primeiro álbum solo, feito à base de lindos arranjos em uma atmosfera gospel, não se parecia com nada que já tinha sido feito até 1970.
The Impressions – "The Impressions" - 1963
Muito além de ser a banda de apoio de Curtis Mayfield, o grupo vocal ajudou a dar forma ao soul de Chicago definido por ele. Se suas canções eram doces e animadas, elas mantiveram a alma graças à tradição gospel. Seu primeiro álbum, “The Impressions”, foi uma das melhores estreias de soul dos anos 60. Quase todas as canções do repertório haviam sido escritas por Mayfield, incluindo “Gypsy woman”, composta quando ele tinha 14 anos. “It’s all right”, considerada uma das melhores, ganhou a interpretação harmônica sublime dos integrantes, aliada aos metais cheio de suingue e à guitarra inconfundível de Mayfield.
Curtis Mayfield – "Superfly" - 1972
Se Curtis Mayfield já vinha fazendo um trabalho sublime à frente dos Impressions, um dos melhores grupos vocais de soul dos anos 60, sua contribuição para a música negra na década seguinte não foi menos importante. Como artista solo, ele foi um dos primeiros a escrever temas sobre o orgulho afroamericano, além de ter sido um excelente guitarrista – suas composições têm um sotaque latino único. Sua obra-prima é “Superfly”, trilha sonora do filme de blaxploitation de mesmo nome. Nele, Mayfield descreve, com senso de realidade único, a luta pela sobrevivência nos guetos, a presença de drogas e a morte antes do tempo.
Stevie Wonder - "Songs in the key of life" – 1976
Dono de um apetite voraz por diversos gêneros musicais, Stevie Wonder, cego de nascimento, ajudou a expandir as barreiras da música negra ao misturar funk, rock, jazz, reggae e elementos africanos em suas composições. O uso de sintetizadores, nos anos 70, mudou a cara do R&B tradicional. Esse imenso leque de interesses ajudou a torná-lo famoso internacionalmente, assim como Ray Charles. Astro da Motown, ele emplacou vários hits ainda na adolescência, mas foi com o LP duplo “Songs in the key of life” que ele realizou sua obra mais ambiciosa. Amor, relacionamentos, questões sociais e espirituais aparecem acompanhados por uma vasta gama de arranjos, em uma performance que é considerada a melhor de Wonder.
Al Green – "I'm still in love with you" – 1972
Al Green foi o primeiro grande cantor de soul dos anos 70. Além de ter incorporado elementos da música gospel à sua obra, pontuada por gemidos selvagens e lamentos, ele é um dos poucos artistas daquela época que ainda mantêm o vigor, a exemplo do álbum “Lay it down”, um dos melhores de 2008. Em seu disco de 1972, Green não desperdiça uma só faixa: de “For the good times”, canção de Kris Kristofferson com influência country, à lenta “Oh pretty woman”, de Roy Orbison – passando, é claro, por todas as suas composições próprias - “I’m still in love with you” descortina o reverendo no auge da inspiração.
Marvin Gaye – "What’s going on" – 1971
Muito além de ser a obra-prima de Marvin Gaye, “What’s going on” é considerado um dos discos mais importantes da soul music. O álbum revela a voz ímpar de um artista agora livre da imagem de símbolo sexual do R&B. Se antes ele se sentia encarcerado pela máquina de fazer hits da Motown, agora Gaye pode expressar sinceramente o que o preocupa por meio da música. O tema central da obra é o questionamento sobre o que teria acontecido com o “sonho americano” do passado. Concebido a partir do ponto de vista de um veterano da guerra do Vietnã, o disco versa sobre pobreza, crianças abandonadas, desemprego, a brutalidade da polícia e o uso de drogas.
James Brown – "Live at the Apollo" - 1963
Dono de muitos apelidos, de padrinho do soul a Mr. Dynamite, nenhum outro artista do gênero teve a energia de palco de James Brown. Justamente por isso o disco que melhor o representa é “Live at the Apollo”, uma série estonteante gravada ao vivo no famoso teatro de Nova York. Ao longo dos três álbuns, o músico demonstra, hit após hit – “I'll go crazy”, “Try me”, “Think”, “Please please please”, “I don't mind”, “Night train”, só para citar alguns – toda a sua capacidade musical. A reação incendiada da plateia não deixa dúvida disso.
Amy Winehouse - "Back to black" - 2006
Se existe uma responsável por trazer a soul music para os tempos atuais, esta é a cantora Amy Winehouse. Unindo composições autorais muito menos inocentes do que as do tempo da Motown com o suingue irresistível da banda Dap Kings, a inglesa despontou como uma das artistas mais instigantes dos últimos anos ao lançar seu segundo álbum, “Back to black”. As letras sinceras e autobiográficas ganharam o acabamento do produtor Mark Ronson, que atualizou o gênero sem deixar que ele perdesse a alma. Pena que Winehouse tenha ganhado mais destaque na mídia pelos quiproquós que protagoniza - quem sabe ela retorne à forma em seu próximo trabalho.

Por Levi B. Santos
Pai nosso, que estais nos céus,
Comercializado seja o vosso Nome.
Venha a nós muito dinheiro.
Seja feita a nossa vontade:
Mansões na terra e um lar no céu.
O milhão nosso de cada dia, nos dai hoje.
Perdoai as nossas dívidas,
Assim como nós as cobramos dos nossos devedores.
Não nos deixeis cair em nossas armações,
Mas livrai-nos do fiscal.
Porque este reino, e este poder,
São a nossa glória para sempre.
Amém.
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